
Da série personagens esquecidas de Portugal (1): Eduarda D’Orey e Abreu
Figura incontornável da pós-modernização portuguesa. Lisboeta de pouso, nascida no Ribatejo (Santarém, 1961) e em berço fidalgo, cedo arregaçou as mangas. Foi para Londres estudar arte de rua e de instalação com apenas dezoito anos. Ungida desde cedo com preocupações sociais, recusou candidatar-se a bolsa ou sequer receber ordenado. Numa entrevista à revista K, conduzida por Rui Zink (1991), explicou: ”Com tantos desempregados e imigrantes, não creio ter o direito de roubar o pão a quem dele precisa” (as citações








![A derrota da França, em 1871, como catalisador do Nacionalismo Musical Francês <sup>[1]</sup> A derrota da França, em 1871, como catalisador do Nacionalismo Musical Francês <sup>[1]</sup>](https://almanaquemag.com/wp-content/uploads/2022/11/Fotografia-de-Raphael-Brasileiro_para-Pexels-5-259x300.jpg)









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