
Desejos compulsivos: os recursos minerais e a transição energética
Demorei alguns anos para conseguir ter uma resposta eficaz, engatilhada, à simples, mas frequente questão: ‘O que é que tu fazes?’. Em resposta, facilmente me perdia nos detalhes e deixava de parte o essencial. As expressões de confusão, e repetidamente de aborrecimento, encontradas no outro interlocutor deixavam-me frequentemente frustrado e com o sentimento de que tinha falhado naquilo que deveria ser a minha missão mais simples, comunicar o que é o meu trabalho de forma

















